terça-feira, 30 de novembro de 2010

Relato de viagem - Coreia, parte 2




Hoje foi só trabalho. Mas, experimentei a comida coreana na hora do almoço. Até que gostei, viu? Não arrisquei experimentar o kimchi. Tinha uma carne parecendo carpaccio que a gente colocava na água fervendo com um hashi, como se fosse um foundue. Tinha também alguns legumes que eu ignorei. E por fim uma sopa de legumes e noodles, muito boa por sinal, se não fosse uma coisinha de nada: a pimenta.O negócio tava tão forte que eu comecei a suar muito...Um horror! hahaha

De noite fui conhecer uma espécie de 25 de março de Seoul. Mistura de 25 de março com Las Vegas na verdade, tamanha a quantidade de letreiros luminosos no local. Isso foi logo após jantarmos num japonês esquisitíssimo. Para ir do prédio onde estávamos até este restaurante passamos por dentro da estação Seoul (a principal daqui). É uma estação enorme que liga prédio comercial + shopping+ várias quadras.

O frio melhorou muito para a minha decepção, afinal eu realmente esperava ver mais neve por aqui (#caipirafeelings).

Agora vou dormir. Afinal já entrei no fuso daqui e vou me recolher depois da meia noite, exatamente como faço no Brasil.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Relato de Viagem - Coreia, parte 1




Viajei para a Coreia a trabalho (adorooo) na madrugada de sábado, dia 27. Isso mesmo, comemorei meu aniversário do jeito que eu mais gosto: em um avião voando para algum lugar bem diferente.
Ainda não deu para conhecer muito, afinal hoje foi trabalho o dia todo e na minha chegada estava tão cansada que comi qualquer coisa no hotel e fui dormir (às 21h).
A impressão que eu tive de Seul é que é uma cidade gracinha. Mistura aquela coisa super romântica do oriente com a vibração de uma grande capital (são 10 milhões de habitantes).
Ainda não conheci a comida coreana, que dizem, é bem peculiar.
Almocei num restaurante tailandês. Desde 2008, em Los Angeles eu não comia Thai Food. Desta vez não estava tão apimentada. Acho que estou pegando gosto por esse tipo de comida. De noite o jantar foi num restaurante chamado Macaroni Market. Apesar do nome, nada de massa. Rolou todos os tipos imaginaveis de carne e peixe. Ostras também.
Tá um super frio aqui, ontem à noite nevou. Só vi hoje de manhã quando abri a janela do meu quarto, que fica abençoadamente no último andar do hotel.
Tem vídeo, tem foto. Só não tem cabo para descarregar no note.

Achei as coreanas elegantérrimas. Mais que as parisienses. Saco, de tanto reparar na roupa delas quero fazer um estrago no meu já judiado cartão de crédito.

Por fim, comento que uma eminente guerra não assusta a população daqui. Eles meio que ignoram o conflito (esta é uma impressão minha). Conversei com uma brasileira que mora aqui há cinco anos (nos conhecemosno avião). Ela me disse que é assim mesmo, de tempos em tempos a Coreia do Norte mostra o ar da graça, mas não pega nada.

Eu, honestamente, não vi tensão nenhuma e não me senti nada ameaçada quando soube que viria para cá.

sábado, 2 de outubro de 2010

Tentando algo novo



Esta semana fui ver a versão cinematográfica do "Comer, Rezar e Amar".
Lembrou meus dias de "Comer, Rezar e Gastar" na Europa.
O filme é beeeem mulherzinha, mas como há parei de posar de intelectual mala, adorei.
Quando eu era adolescente fazia todo o sentido posar de intelectualoide, pois todo adolescente quer impressionar os outros. Agora, os anos de balzaquice me mostraram o ridículo disso, ainda bem!

Enfim, eu li o livro antes de viajar e agora, exatos quatro meses da minha volta vejo o filme. Deu uma apertadinha no coração pois viagens sempre trazem algo novo para a gente. ALiás, muito feliz o slogan do STB "A gente sempre volta diferente de uma viagem".

Já estou pensando na próxima, em 2011. Mas nada longo (tenho que adequar ao meu período de férias do trabalho). Vá lá que já há um vôo longo no meu roadmap em novembro e deve vir mais um no início de 2011, mas são viagens com propositos diferentes e a única coisa que deve voltar diferente é a média de gasto do meu cartão de crédito.

Parar a vida para fazer uma viagem longa sozinha é altamente recomendável. Quantas vezes chegamos em um ponto em que já não sabemos mais porque tomamos determinada decisão e porque temos exatamente aquele cotidiano, aquele dia a dia. E aí não conseguimos mais nos lembrar dos nossos sonhos e percebemos que eles foram abandonados simplesmente porque já não lembramos mais do que queríamos. Pois os sonhoss dos outros, passam a ser os nossos sonhos. E aí uma frustração e insatisfação gigante permeia a vida e você nem sabe por que.

E por que não percemos isso no nosso habitat natural? Por que precisamos ver o mundo sob uma ótica diferente, com pessoas e situações diferentes.

Viajar é minha doença, como diria minha mãe. Mas é o melhor momento para que me reconectar comigo mesma.

E você?

domingo, 12 de setembro de 2010

Eu e meu carro



E hoje eu saí toda serelepe para vender meu carro.
Eu sou o ser mais desapegado do mundo nesse sentido. Não ligo para carro mesmo. Tenho o mesmo carro há anos, modelo popular. Prefiro investir nas coisas que nem sempre podem ser exibidas para as pessoas.
E prefiro a segurança do meu dia de amanhã.

E por tudo isso, resolvi vender meu carro e usar o dinheiro para quitar uma dívida, que nem me afeta tanto, mas ainda assim é uma dívida.
Hoje carro para mim virou puro conforto. Graças a Deus moro num lugar que me dá acesso a tudo e, apesar de alimentar meus impulsos consumistas americanos, sou bem mais europeia nesse sentido. E muito antes de ter passado uma temporada no velho continente. Pego o trem, ando, pego metrô, ônibus, numa boa.

Mas e daí que, por causa da bolha automotiva, nenhuma concessionária compra carro agora. Resumindo: me ferrei. Não posso vender o carro e não quero trocar (porque não acumulo dívidas - princípios morais financeiros).

Ou seja, lá vou eu passar mais alguns meses com meu carrinho e acumulando histórias que dariam um livro.

Mentirinhas

O problema da mentira não é o que você mente. Ok, isso é problema também, mas o que pode ser fatal é para quem você mente.
Porque se você pega uma pessoa cricri e curiosa como eu, danou-se.
Eu apuro a informação, tá? E descubro o que quero.

Chato, né?

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Nove coisas que você não sabe sobre @pfiorin

Copiando o post de ontem da Silvia Angerami, minha vez de listar meus segredinhos

1) realizei um dos meus maiores sonhos este ano: período sabático
2) tenho uma imagem de Nossa Senhora das Graças bem grande do lado da minha cama
3) adoro alcachofra
4) vejo Duro de Matar (1 e 2) todas as vezes que reprisa. Mesmo na TV a cabo
5) resolvi meu problema de mau humor matinal vendo a reprise de Friends às 7h na Warner
6) amo a minha profissão
7) ir à manicure semanalmente para mim é como escovar os dentes: questão de higiene
8) adoro dormir de pijama de flanela
9) sou super pollyana. sempre acredito que tudo vai dar certo, ficar bem, etc

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

FRIO



Esse até então foi o ano que mais passei frio na vida.
Frio descomunal na Disney, quase neve na Europa e frio chateeenho em Sâo Paulo.

Ao contrário da Silvia eu não curto muito frio não. Curto assim, embaixo das cobertas, com marido, vendo um filminho bem leve e tomando chocolate quente. Também gosto daqueles casacos bem bacanas que disfarçam os abusos comestíveis dos últimos anos.

Mas eu gosto mesmo é de calor! Calor de fazer suar (tempo seco, tô fora!). Calor que me deixa disposta e não inventando um milhão de desculpas para não correr.

Então agora o jeito é esperar mais uns dois meses para o tempinho voltar a ficar bom. Enquanto isso a gente curte os teasers da primavera, como o tempo ontem que fez em SP.

Tô por aqui...

Ai que vergonha, quase um mês sem postar.
Mas é que escrever por escrever não vale a pena. Só quando se tem algo a dizer.
Ou quando passa dois meses desde que você voltou do seu período sabático.

domingo, 11 de julho de 2010

Clichê ou Vergonha?

Sobre a Copa no Brasil, que começa agora oficialmente: se a seleção brasileira ganhar vai ser clichê. Se perder vai ser vergonha.
De que lado você está?

Retificando

Mick Jagger mi culo!
Eu passei dois meses na Espanha só dando um pouqinho da minha sorte para esta nação.
Priscilla é trend e Espanha é campeã!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Paradoxos de uma Copa



Nenhum post sobre a Copa até agora...Não se engane: adoro COPA!
Mas esta está estranha para mim.
Não canso de dizer que tenho uma tremenda sorte na vida. As coisas simplesmente acontecem para mim. E quanto mais eu acredito nisso, mas sorte tenho.
Mas isso não tem funcionado para nos jogos da Copa. Estou com a síndrome do Mick Jagger. É eu torcer para um time que ele perde.
Então nesta final, não vou manifestar minha preferência. Até porque é meio óbvio...
Mas chega de ser pé frio! hahahaha

Depende só da gente

Esse ano para mim está sendo muito emblemático. É o ano em que eu resolvi fazer o que eu queria.
Isso porque tomei um pouco as rédeas de algumas situações, o que parece óbvio, mas não é. Quantas vezes não nos conformamos com situações que não nos agrada:?
Enfim...
Eu fui passar uma super temporada no exterior (ter um marido mega compreensivo ajudou muito), trabalho exatamente no que queria fazer e agora estou correndo atrás da tal qualidade de vida.
E aí entra o link com o título deste post. Não adianta culpar uma vida corrida pela sua má alimentação. Depende da sua disciplina e sua capacidade de pensar a longo prazo. Também não adianta culpar a falta de tempo por não conseguir mexer o corpo. Hello: mexer o corpo não implica em matrícula na academia. Implica em escolher momentos do seu dia a dia quando você pode ser um pouco mais ativa e criar uma rotina de exercícios fícsicos nem que seja levantar o pesinho enquanto assiste o jornal da noite.
Culpar pessoas e situações por não conseguir o que queremos, seja relacionado ao trabalho, relacionamentos pessoais, qualidade de vida, é muito fácil. E culpar você mesmo?

domingo, 27 de junho de 2010

Tudo em ordem

Depois de meses, eis que consigo deixar este blog atualizado.

Desnecessário

As coisas que as pessoas compartilham, mas que eu não preciso saber:

1 - Fofoca de banheiro
2 - "Vou trocar meu absorvente"
3 - Meu salário é...
4 - Transei ontem
5 - Paguei xx neste: carro, apartamento, etc

Gente, discrição é chique e não custa nada...

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Novidades



Apenas uma semana depois que cheguei no Brasil arrumei um emprego, acredite se quiser.
Lógico que eu tava muito a fim de voltar para o mercadinho, mas juro que não esperava ser tão rápido. Foi, o que é ótimo.
Estou bem feliz fazendo uma coisa que eu gosto. Quer dizer, ainda estou naquela fase de adaptação onde você fica um pouco perdida e super ansiosa para mostrar trabalho. Vamos que vamos!

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Gente que reclama



Morar em uma grande cidade significa viver cercada por um mundo de reclamações. Muitas delas justíssimas, claro.
Mas acho que o povo tomou certo gosto pelo ato de reclamar.
- Reclamam do trãnsito, mas evitam o transporte público
- Reclamam do preço das coisas, mas não pesquisam preço e continuam consumindo mesmo sem necessidade
- Reclamam do frio e quando é verão reclamam do calor
- Reclamam que estão trabalhando demais, mas não buscam outro trabalho ou não agradecem pela realização profissional

Irrita um pouco, sabe? Gente, vamos reclamar pelo que vale a pena. Reclamar faz mal e afasta pessoas.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

A volta

Tão bom quanto viajar é voltar para casa.
Meu retono foi (está sendo) ótimo. Nunca me senti tão acolhida por amigos e família.
Mas me senti realmente em São Paulo logo no aeroporto, quando enfrentei uma fila de quarenta minutos, às 5am, para pagar os mimos do duty free.
Logo depois mais certeza de que eu estava em São Paulo: uma chuva provocou congestionamento na Marginal num sábado antes das 9am.

O que eu não me lembro, ou talvez não tenha percebido, é que São Paulo é uma cidade excessivamente cara. Aliás, não SP. O Brasil está supervalorizado pelo visto.
Só comparar itens que eu comprava na Europa, Hello! em euro! Coisas do dia a dia. E aqui é o triplo do preço.

Bom, fui fazer uma visitinha na Zara. Um absurdo! Fiz bem de perder o respeito pelo meu cartão de crédito nos meus últimos dias no velho mundo. Chegando aqui vi que tudo era pechincha.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

O pior da Europa (parte 1)

Pior trânisto: Roma
Pior metrô: Rome
Pior comida: Berlin e Praga
Piores atrações turísticas: Madrid
Piores pessoas: Barcelona (são arrogantes sim!)
Pior hostal: Roma
Pior preço: Paris
Piores guias informais: Lisboa. Ainda bem que a Kelli me ajudou um bocado porque as pessoas nas ruas às vezes mais me confundiam que ajudavam. E nem era por mal
Pior praia: Alicante

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Para Lúcia...



Tava bom, viu? hehehe
Fiz um vídeo, mas depois te conto porque não posso publicar...Te mando por email!

O melhor da Europa (parte 2)

Melhor vinho: Sevilla (de laranja)
Melhor praia: Ibiza, claro (Valencia e Alicante são beeem fraquinhas)
Mais simpáticos: Ingleses! Mas peraí, eu não fui à Inglaterra...Não importa, sempre conhecia um inglês bacana no meio do caminho
Melhores guias informais: Berlin. Eles oferecem ajuda mesmo quem não sabia falar inglês.

Toledo...



Pois é. E no final nem o Alcazar abriu. Mas como já tinha visto o de Sevilla, nem esquentei.
Toledo estava toda enfeitada para o Corpus Christie, então deu para fazer umas fotos bonitinhas.





No final, voltei para a estação de trem umas 17h, mas meu trem só saía às 19h30. Tentei mudar o bilhete, mas não deu: tudo estava lotado.
E tava um calor de rachar! Não passa nada! Fiquei meditando na estação e já está!
Antes dei uma passadinha numa exposição que fica em Toledo até outubro sobre cavaleiros templários. O Helton ía adorar.


quarta-feira, 2 de junho de 2010

O melhor da Europa (parte 1)

Depois de três meses, acho que já posso listar o melhor (e o pior da Europa). Como escrevo este post sob influência de três taças de vinho, devo esquecer algo, e por isso esta é apenas e a parte 1.

Melhor cidade: Berlin
Melhores compras: Berlin/Valencia
Melhor comida: Lisboa (de longeeee)
Melhor custo benefício: Lisboa
Melhor transporte: Berlin
Meninos mais bonitos: Paris
Melhores museus: Madrid
Melhores lugares turísticos: Barcelona/Paris
Melhores pessoas: Roma
Melhor hostal: Berlin, Wombats
Melhor passeio: Giverny (Monet)
Melhor tour: todos os de Berlin
Melhor ponte: Praga (a ponte Carlos)

Olha quem eu encontrei por aqui...



Essa é a Barbara, argentina que conheci em Berlin. Combinamos de nos encontrar aqui em Madrid porque ela viria na mesma época que eu. A gente nem combinou nada mas nos vimos na rua! hahaha
E hoje saímos para uns tapas e umas copitas!
Amanhã tem paella!

Madrid mais ou menos

Pois é. Continuo achando Madrid xexelentinha. E olha que não é por conta dos outros países, porque também tinha achado o mesmo antes de começar a viajar.
Madrid é, segundo definição dos gringos que conheci nas minhas andanças por aí, uma cidade "ok". Concordo com eles. A cidade é bonitinha, tem uns museus bons e já está.
Hoje fui no Prado, que é ótimo.
Mas mesmo assim, continuo esperando que qualquer hora Madrid vá me surpreender, mas não acontece.
A boa noticia é que hoje devo jantar com os argentinos que conheci em Berlin.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Compras em Madrid

E hoje lá fui eu bater perna, primeiro num outlet chamado Las Rozas ou algo assim (uma bosta!), ddepois pertinho desse outlet um outro chamado Factory (outra bosta) e depois na Gran Via. Os dois primeiros eram fora de Madrid.
Bom, mandei ver em todos os itens bacanudos que eu quis comprar a viagem toda e não podia para não carregar peso.
Fiz a festa na Zara, que, for the record, não é tão barata como eu pensava. Mas de fato é bem mais em conta que no Brasil.
Vale a pena porque eu sempre pego as coisas mais clássicas. As modinhas ficam por conta da H&M e Blanco.
Acho que encerrei minhas aquisições europeias. Assim eu (e meu cartão de crédito) esperamos.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Back to Madrid!

Voltei para onde comecei a jornada!
É minha última semana na Europa e estou com muita saudade de casa.
O bom de vir para cá? poder comprar tudo o que não comprei a viagem toda para não carregar peso! hahaha
Nos próximos dias a programação está light, mas vou avisando meus passos por aqui.
Fui até a Gran Via hoje comprar uns livros. Depois dei uma passadinha na sempre boa H&M (comprei um biquini, tá meu bem) e na Zara.
Amanhã vou tentar ir ao Outlet.
Aqui tá um calor de danar e eu tô derretando.

Sintra



Adivinha quem foi me encontrar em Lisboa? A Carol! Ok, vocês já tinham visto na foto do post anteior. E juntou-se à nós a Daiane, amiga da Kelli e do Luis Gustavo que estava em Londres. Fomos até Sintra, uns quarenta minutos de Lisboa. Também fazia parte do grupo um italiano, o Roberto. Ele estava no meu hostel e perguntou se podia ir com a gente. Claro, vamo ae!



Nossa primeira parada foi na Quinta da Regaleira, patrimônio mundial da UNESCO. O proprietário, um tal de Augusto Carvalho Monteiro construiu no início do século XX um palácio rodeado de muita área verde. Só que no meio desse verde há "surpresas" como uma torre invertida (que acaba sendo um poço), muitas referências maçônicas e templárias.
O bacana do lugar é justamente ir se enfiando nele e descobrindo as grutas, fontes, etc.
Depois rolou uma parada para recuperar o fôlego. Imagina subir um monte de ladeira num baita calor?
Depois, fomos ao Castelo dos Mouros, que é tipo uma fortaleza.




O lugar é lindo e tem uma vista ótima da cidade. Mas haja fôlego para subir e descer escadas. Mas valeu a pena, viu? Quando vemos isso normalmente?

Você sabia...?




...Que a origem do Melhor Bolo de Chocolate do Mundo é portuguesa?
Eu não sabia. Mas como nunca tinha comido em São Paulo, fui na fábrica aqui em Lisboa (onde tudo começou).
É uma portinha com duas mesinhas e já está.
O lado bom: o bolo é bom mesmo e bem mais barato que no Brasil (um café e uma fatia generosa saíram por dois euros e cinquenta).

O caso da chave - minha própria piada de português



Como já disse (no twitter pelo menos), estar em Lisboa é como estar no meio de uma piada de português hahahaha
E claro que eu não poderia deixar de dar a minha contribuição.
Foi assim: a Kelli me convidou para ir na festa de aniversário do marido dela no sábado, na casa dela. Lá estava uma delícia, tinha até coxinha (isso é luxo para expatriados, tá!). Tudo ía bem até que fui ao banheiro e fechei a porta. Pois é. Fechei e nunca mais abri.
A chave não rodava e eu fiquei presa no banheiro.
Fiquei, sei lá, uns vinte minutos ou meia hora (entre eu entrar no banheiro, tentar sair e ser resgatada).
Certeza que essa história merecia ir para o Gente, foi horrível



O problema de você ficar preso no banheiro, não é o fato de você ficar presa em si, mas o fato de os outros perceberem que você está presa. E se percebem que você está presa, é porque você não teve capacidade para sair sozinha.
Pois foi o que aconteceu comigo.
Então foi iniciada uma operação resgate com requintes de McGyver.
A gente resolveu que o melhor era passar a chave para o lado de fora do banheiro e abrir a porta. Por baixo da porta a chave não passava. Mas fizemos um teste e vimos que os amendoins passavam, o que seria útil para eu não morrer de fome caso o meu claustro durasse uma semana ou mais (hahahah).
Então resolvemos tentar a janela. Aí peguei um rolo de fio dental e joguei o lado da embalagem para as meninas pegarem. Eu passaria a chave segurando uma ponta do fio dental, como um varal, sabe.
Bom, não sei se vocês já tentaram isso em casa, mas quando você joga a embalagem de fio dental e ela cai, o fio fica desenrolando eternamente. Juro, parecia penitência porque o rolo alcançou o chão e nada de eu conseguir achar a ponta dele. Puxava, puxava, um horror.
Eu acabei com o fio dental da casa da Kelli. E, para registro, quando os fabricantes dizem que tem 75 metros ou sei lá quanto, eles não estão mentindo.
Bom, chegamos a conclusão (um milhão de anos depois) que o melhor era amarrar a chave na ponta do fio e fazer tipo um pêndulo para que as meninas pegassem do outro lado. Assim foi feito e funcionou. Dois minutos depois estava sendo resgatada do banheiro, morrendo de vergonha e chorando de rir.
A foto de cima são eu e as meninas com a chave que me deixou na mão.

sábado, 29 de maio de 2010

Bairro Alto e Fado



Ontem teve programa noturno. Fui com a Kelli e o Luis (marido dela) num restaurante vegetariano em que estava rolando uma noite de fado. Foi bem bacana. As pessoas não estavam cantando fado para turista ver e sim para divertir seus amigos.
Depois fomos até o Bairro Alto, a Vila Madalena daqui.
Lá tem vários bares, de todas tribos que você imaginar.
Tomei uma bebida típica que agora não me lembro o nome (Kelli, me ajuda).



Aí na foto somos eu e a Kelli no meio do povo no Bairro Alto.
E como o bairro alto fica no (dã) alto, temos que pegar um funicular para subir. Senão, haja ladeira!


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